quarta-feira, 20 de maio de 2015

Oração dominical - II


"O que quer que seja que pedirdes na  prece crede que o obtereis e vos será concedido". - ( São Mateus, 11:24 ) -


Bom dia!
Hoje continuaremos refletindo sobre o Pai Nosso, que estas palavras entrem em nossos corações e que Jesus nos permita entender o espírito de sua letra.
Que Ele seja conosco.



                                                                     
                                             II - Venha o vosso reino!

"Senhor, destes aos homens leis cheias de sabedoria e  que fariam a sua felicidade se  as observassem. Com essas leis, fariam reinar entre eles a paz e a justiça; se entre  ajudariam mutuamente, em lugar de se prejudicarem como o  fazem; o forte sustentaria o fraco em lugar de esmaga-lo; evitariam os males que engendram os abusos e os excessos de todos os gêneros. Todas as misérias deste mundo vem da violação de vossas leis, porque não há uma só infração que não tenha consequências fatais.

Destes ao animal o instinto que lhe traça o limite do necessário e ele com isso maquinalmente se conforma; mas ao homem, além desse instinto, destes a inteligência e a razão; destes também a liberdade de observar ou infringir aquelas de vossas leis que lhe concernem pessoalmente, quer dizer, de escolher entre o bem e o mal, a fim de que tenha o mérito e a responsabilidade das suas ações.

Ninguém pode pretextar ignorância de vossas leis, porque em vossa previdência paternal, quisestes que elas fossem gravadas na consciência de cada um, sem distinção de culto nem de nações; aqueles que as violam é porque vos desconhecem.

Dia virá em que, segundo a vossa promessa, todos as praticarão; então,  a incredulidade terá desaparecido; todos vos reconhecerão por soberano Senhor de todas as coisas e o reino de vossas leis será o vosso reino na Terra.

Dignai-vos, Senhor, apresentar o seu advento, dando aos homens a luz necessária para conduzi-los ao caminho da verdade". ( O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 28 ).




Que a paz e a gratidão reine em nós.
Obrigado pela presença!



terça-feira, 19 de maio de 2015

Oração dominical



"O que quer que seja que pedirdes na prece crede que obtereis e vos será concedido" - ( São Mateus, 11:24 ) -


Amados irmãos, bom dia!
É com o coração cheio de alegria que iremos falar hoje sobre o Pai Nosso, esta oração que sempre nos acompanha,  nos informando como se fosse uma cartilha a ser um cristão em sua essência.
Interpretemos-na com a alma e veremos a profundidade de sua letra.
Esta semana faremos um esmiuçamento desta oração, mostrando ainda mais a sua grandeza.




                                                              Oração dominical


Prefácio. " Os Espíritos recomendaram colocar a Oração dominical à frente desta coletânea, não somente como prece, mas como símbolo; de todas as preces, é a que colocam  em primeiro plano, seja porque ela veio do próprio Jesus ( São Mateus, 6:9 a 13 ), seja porque pode substituir a todas, segundo o pensamento que se  lhe fixa; é o mais perfeito modelo de concisão, verdadeira obra-prima de sublimidade na sua simplicidade. Com efeito, sob a mais restrita forma, resume todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo, encerra uma profissão de fé, um ato de adoração e de submissão, o pedido das coisas necessárias à vida, e o princípio da caridade. Dize-la em intenção de alguém, é pedir para ele o que se pediria para si.
Entretanto, em razão mesmo da sua brevidade, o sentimento profundo encerrado em algumas palavras das quais ela se compõe, escapa à maioria; por isso é dita geralmente, sem dirigir o pensamento sobre as aplicações de cada uma das suas partes; é dita como uma fórmula, cuja eficácia é proporcional ao número de vezes três, sete ou nove, tirados da antiga crença supersticiosa da virtude dos números e em uso nas operações da magia.
Para completar o vago que a concisão dessa prece deixa no pensamento, segundo o conselho e com a assistência dos bons Espíritos, foi juntado a cada proposição um comentário que lhes desenvolve o sentido e mostra suas aplicações. Segundo as circunstâncias e o  tempo disponível, pode-se dizer, pois, a Oração dominical simples e desenvolvida.


Prece. I. Pai Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome!

Cremos em vós, Senhor, porque tudo revela o vosso poder e a vossa bondade. A harmonia do Universo testemunha uma sabedoria, uma prudência e uma previdência que suplanta todas as faculdades humanas;  o nome de um ser soberanamente grande e sábio está inscrito em todas as obras da Criação, desde o ramo de erva e no menor inseto, até os astros que se movem no espaço; por toda parte vemos a prova de uma solicitude paternal; por isso, cego é aquele que não vos reconhece em vossas obras, orgulhoso aquele que não vos glorifica e ingrato aquele que não vos rende ações de graça". ( O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 28 ).


Vejamos irmãos, um item que chama a nossa atenção, esta oração era uma oração íntima de Jesus, no entanto, Ele em sua infinita bondade fala: PAI NOSSO, nos mostrando que mesmo naquele momento de intimidade com Deus, Jesus nunca nos esqueceu, o Pai não era seu, único, mas como irmãos que somos, o Pai é nosso também. Em cada palavra o Mestre nos ensina algo profundo e  de uma amorosidade incondicional. 
Que Ele nos abençoe!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Coletânea de preces espíritas - Preâmbulo


"O que quer que seja que pedirdes na prece crede que o obtereis e vos será concedido". - ( São Mateus, 11:24 ) -


Bom dia irmãos!
Hoje iniciaremos a reflexão sobre  capítulo 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo, último deste livro. Nele contém vários exemplos de prece para os mais variados problemas da vida.
E já sabemos que as vezes os percalços são tantos que não conseguimos orar espontaneamente, então nestes momentos de tribulação mental, poderemos recorrer a este capítulo, lendo uma das preces e amenizando assim a poluição espiritual, nos acalmando e abrandando nossas dores, que por vezes parecem inacabáveis.




                                                    Coletânea de preces espíritas

"Os espíritos sempre disseram: "A forma não é nada, o pensamento é tudo. Orai cada um segundo as vossas convicções e o modo que mais vos toca; um bom pensamento vale mais que numerosas palavras estranhas ao coração".
Os Espíritos não prescrevem nenhuma fórmula absoluta de preces; quando as dão é para fixar as idéias e sobretudo para chamar a atenção sobre certos princípios da Doutrina Espírita. É também com o objetivo de ajudar as pessoas que tem dificuldades para expressar suas idéias, porque existem as que não creem ter realmente orado, se seus pensamentos não foram formulados.
A coletânea de preces contidas neste capítulo é uma escolha feita entre  as que foram ditadas pelos Espíritos em diversas circunstâncias; eles ditaram outras e em outros termos, apropriadas a certas ideias ou a casos especiais, mas pouco importa a forma, se o pensamento fundamental é o mesmo. O objetivo da prece é elevar nossa alma a Deus; a diversidade das fórmulas não  deve estabelecer nenhuma diferença entre aqueles que nele creem e ainda menos entre os adeptos do Espiritismo, porque Deus as aceita todas quando são sinceras.
Não é preciso, pois, considerar esta coletânea como um formulário absoluto, mas como uma variedade entre as instruções que dão os Espíritos. É uma aplicação dos princípios da moral evangélica, desenvolvidos neste livro, um complemento aos seus ditados sobre os deveres para com Deus e o próximo, onde são lembrados todos os princípios da Doutrina.
O Espiritismo reconhece como boas a preces de todos os cultos, quando são ditadas pelo coração e não pelos lábios; não impõe nenhuma delas, nem censura nenhuma, Deus é muito  grande, segundo ele, para rejeitar a voz que lhe implora ou que canta seus louvores, porque a faz de um modo antes que de outro. Todo aquele que lançasse anátema contra as preces que não estão no seu formulário, provara que desconhece a grandeza de Deus. Crer que Deus se prende a uma fórmula é emprestar-lhe a pequenez e as paixões da humanidade.
Uma condição essencial da prece, segundo São Paulo, é ser inteligível, a fim de que possa falar ao nosso espírito; por isso, não basta que ela seja dita numa língua compreendida daquele que ora; há preces em linguagem vulgar que não dizem muito mais ao pensamento do que se fossem em linguagem estrangeira e que, por isso mesmo, não vão ao coração; as raras idéias que elas encerram são, frequentemente, sufocadas pela superabundância de palavra e o misticismo da  linguagem.
A principal qualidade da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil, nem luxo de epítetos que não são senão enfeites de brilho falso. Cada palavra deve ter a sua importância, revelar uma ideia, movimentar uma fibra; numa palavra, deve fazer refletir; só com essa condição, a prece pode alcançar o seu objetivo, de outro modo, não é senão ruído. Vede também com que ar de distração e volubilidade elas são ditas na maioria das vezes; veem-se lábios que se movimentam, mas, pela expressão da fisionomia e mesmo o som da voz, reconhece-se um ato maquinal puramente exterior, ao qual a alma permanece indiferente.
As preces reunidas nesta coletânea estão divididas em cinco categorias: preces gerais, preces para si mesmo, prece pelos vivos, preces pelos mortos e preces especiais para os doentes e obsidiados.
Com a finalidade de  chamar mais particularmente a atenção sobre o objeto de cada prece e melhor fazer compreender a sua importância, elas são todas precedidas de uma instrução preliminar, espécie de exposição de motivos, sob o título prefácio.". ( O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 28 ).



Irmãos, o capítulo 28, claro são exemplos que poderemos utilizar para  abrir as portas do nosso coração para as preces espontâneas. 
Que Deus nos  dê serenidade, força  e coração puro para orarmos com fé, somente assim poderemos, louvar, agradecer e pedir ao Pai que nos ajude em nossa caminhada.
Nos ateremos essa semana à reflexão da Oração dominical.
E rogamos aos irmãos não se esqueçam de nós em suas orações. 
Muito obrigado!


domingo, 17 de maio de 2015

Filme: P.S EU TE AMO


"Assim, eles não serão mais dois, mas uma só carne" - ( São Mateus, 16: 6a ) -



Boa tarde, irmãos!
Após uma semana refletindo sobre um assunto de extrema importância, indicamos hoje uma estória de amor, que ultrapassa a vida terrena, nos dando um exemplo do que o amor é capaz
Esperamos que vocês gostem.
Bom domingo, que Deus abençoe todos os relacionamentos, fazendo com que sejamos mais tolerantes, amáveis e leais para com o nosso companheiro ( a ).




P.S EU TE  AMO





Muita luz.
Que a paz do Divino Mestre seja conosco!

sábado, 16 de maio de 2015

Se eu não tiver amor, nada serei


"Assim, eles não serão mais dois, mas uma só carne". -( São Mateus, 19: 6a )-


Amados irmãos, bom dia!
Como disse São Paulo: "se não tivesse amor eu nada seria". Eis a fórmula da felicidade. Sem ele, qualquer coisa que façamos não terá sentido. Poderá até ter alguma utilidade, mas, não nos dará sentido. Que diremos, pois, da vida a dois... Como poderemos encontrar a felicidade sem ele? Como poderemos ser dóceis, compreensivos, sensatos, racionais, fraternos, companheiros, amigos, irmãos, sem ele? Que o amor seja como o ar que respiramos, essencial presença em nosso ser. Em busca desse nobre tesouro, busquemos no nosso Pai celeste, fonte única, a fim de que sejamos verdadeiramente imagem e semelhança d'Ele.
Vamos, mais uma vez, meditar nas palavras de São Paulo, através dessa linda canção:






Que o amor possa transbordar em nós.
A graça, paz e o amor do Pai sejam conosco!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O divórcio


"Assim, eles não serão mais dois, mas uma só carne". -( São Mateus, 19: 6a )-


Amados irmãos, bom dia!
Hoje iremos meditar um tema muito complexo e que tem sido causa de muita dúvida, interpretações vagas e, muitas vezes, improcedentes. Para tanto, devemos considerar que o nosso coração é como uma porta e que só pode ser aberta por dentro, ou seja, apenas nós o podemos abrir. Assim como à nossa consciência que como humanos, somente nós a conhecemos, procuremos em nós mesmos o entendimento necessário a cada decisão que temos tomado em nossas vidas, e assim, compreenderemos sempre mais as lições que nos são disponibilizadas.
Desejamos que o estudo feito nessa semana possa nos ajudar a nos tornarmos melhores como esposos, companheiros e amigos de caminhada.








                                                                              O divórcio


"O divórcio é uma lei humana que tem por fim separar legalmente o que está separado de fato; não é contrária à lei de Deus, uma vez que não reforma senão o que os homens fizeram, e não é aplicável senão nos casos em que não se levou em conta a lei divina; se fosse contrária a esta lei, a própria Igreja seria forçada a considerar prevaricadores aqueles dos seus chefes que, pela própria autoridade, e em nome da religião, em mais de uma circunstância, impuseram o divórcio; dupla prevaricação então, uma vez que seria só em vista de interesses temporais, e não para satisfazer a lei do amor.

Mas Jesus, ele mesmo, não consagrou a indissolubilidade absoluta do matrimônio. Não disse: É por causa da dureza de vosso coração que Moisés vos permitiu devolver vossas mulheres? O que significa que, desde o tempo de Moisés, a afeição mútua não sendo o objetivo único do casamento, a separação podia tornar-se necessária. Mas acrescenta: isso não foi desde o princípio; quer dizer que na origem da Humanidade, quando os homens não estavam ainda pervertidos pelo egoísmo e pelo orgulho, e viviam segundo a lei de Deus, as uniões fundadas sobre a simpatia, e não sobre a vaidade ou a ambição, não davam lugar ao repúdio.

Vai mais longe e especifica o caso em que o repúdio pode ter lugar: o de adultério; ora, o adultério não existe onde reina uma afeição recíproca sincera. Proíbe, é verdade, a todo homem esposar a mulher repudiada, mas é preciso ter em conta os costumes e o caráter dos homens do seu tempo. A lei mosaica, nesse caso, prescrevia a lapidação; querendo abolir  um uso bárbaro, seria preciso, entretanto, uma penalidade, e a achou na ignomínia que devia imprimir a interdição de um segundo matrimônio. Era de alguma sorte uma lei civil substituindo outra lei civil, mas que, como todas as leis dessa natureza, devia sofrer a prova do tempo." -( O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 22 )-






Como vimos, o Senhor sempre desejou nossa felicidade e se, em algumas circunstâncias ainda assim ficamos sem compreender, possamos parar e refletir que, em nossa vida nada é por acaso e que sempre haverá uma lição a ser aprendida.
Que a graça e a paz sejam conosco!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Prova de amor


"Assim, eles não serão mais dois, mas uma só carne". -( São Mateus, 19: 6a )-


Amados irmãos, bom dia!
Há uma canção que diz: "Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão"; isso não quer dizer alienar e se abster  de sua vida e se tornar um escravo do outro, pois, como o infeliz poderá dar felicidade a alguém. 
Apresentamos hoje uma história onde esse nobre gesto se fez presente e que demonstra uma verdadeira prova de amor. Assim como a fé precisa de obras, o amor precisa ser regado e assim, o verdadeiro amor poderá acontecer em nossos relacionamentos.






Fortalecidos pelas reflexões dessa semana, procuremos gestos e atitudes onde possamos tornar a cada dia, nossos relacionamentos melhores.
Que nosso Pai celestial abençoe a todos.