quinta-feira, 31 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado." -( Jó, 42: 2 )-



Amados irmãos, bom dia!

A confiança no Senhor é o que nos dá vida. Seus cuidados estão sobre nós, incessantemente. Sejamos gratos e felizes por isso,



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                                                    Granjeai amigos  

“Também vos digo: granjeai amigos com as riquezas da  injustiça.”  Jesus -( Lucas, 16:9 )-  

Se o homem conseguisse, desde a experiência humana, devassar o pretérito  profundo, chegaria mais rapidamente à conclusão de que todas as possibilidades que o felicitam, em conhecimento  e saúde, provêm da Bondade Divina e de que a maioria dos recursos materiais, à disposição de seus caprichos, procede da injustiça. 

Não nos cabe particularizar e, sim, deduzir  que as concepções do direito  humano se originaram da influência divina, porque, quanto a nós outros, somos compelidos a reconhecer nossa vagarosa evolução individual do egoísmo feroz para o amor universalista, da iniquidade para a justiça real. 

Bastará recordar, nesse sentido, que quase todos os Estados terrestres se levantaram, há séculos, sobre conquistas cruéis. 

Com exceções, os homens têm sido  servos dissipadores que, no momento  do ajuste, não se mostram à altura da mordomia. 

Eis por que Jesus nos legou a parábola do empregado infiel, convidando­-nos à fraternidade sincera para que, através dela, encontremos o caminho da reabilitação. 

O Mestre aconselhou­-nos a granjear amigos, isto é, a dilatar o círculo de simpatias em que nos sintamos cada vez mais intensivamente amparados pelo  espírito de cooperação e pelos valores intercessórios. 

Se o nosso passado espiritual é sombrio e doloroso, busquemos simplificá­-lo, adquirindo dedicações verdadeiras, que nos auxiliem através da subida áspera da redenção. Se não temos hoje determinadas ligações com as riquezas da injustiça, tivemo­-las, ontem, e faz­-se imprescindível aproveitar o tempo para o nosso  reajustamento individual perante a Justiça Divina



Que a graça e a paz sejam conosco!

quarta-feira, 30 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"Mas ele nos concede graça maior, por isso diz a escritura: Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes." -( Tiago, 4: 6 )-



Amados irmãos, bom dia!

A humildade não é mérito, é obrigação, pois, todos somos iguais e os que assim não pensam, já não merecem mais nada.



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                                                       Magnetismo pessoal  

“E  toda  a  multidão  procurava  tocar-­lhe,  porque  saía  dele uma virtude que os curava a todos.” -( Lucas, 6:19 )-  

Na atualidade, observamos toda uma plêiade de espiritualistas eminentes, espalhando conceitos relativos ao magnetismo pessoal, com tamanha estranheza, qual se estivéssemos perante verdadeira novidade do século 19. 

Tal serviço de investigação e divulgação dos poderes ocultos do homem representa valioso concurso na obra educativa do presente e do futuro, no entanto, é preciso lembrar que a edificação não é nova. Jesus, em sua passagem pelo Planeta, foi a sublimação individualizada do  magnetismo pessoal, em sua expressão substancialmente divina. 

As criaturas disputavam-­lhe o encanto da presença, as multidões seguiam-­lhe os passos, tocadas de singular admiração. Quase toda gente buscava tocar­-lhe a vestidura. 

D’Ele emanavam irradiações de amor que neutralizavam moléstias recalcitrantes. 

Produzia o Mestre, espontaneamente, o clima de paz que alcançava quantos lhe gozavam a companhia. 

Se pretendes, pois, um caminho mais fácil para a eclosão  plena de tuas potencialidades psíquicas, é razoável aproveites a experiência que os orientadores terrestres te oferecem, nesse sentido, mas não te esqueças dos exemplos e das vivas demonstrações de Jesus. 

Se intentas atrair, é imprescindível saber amar. 

Se desejas influência legítima na Terra, santifica-­te pela influência do Céu.



Que a graça e a paz sejam conosco!

terça-feira, 29 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"Ensina-nos a contar os dias para que alcancemos coração sábio." -Salmos, 90: 12 )-



Amados irmãos, bom dia!

Aprendamos, com a brevidade da vida nesse plano, a valorizar tudo o que se faz presente em nossa jornada. O tempo voa e, muitas vezes, perdemos oportunidades importantíssimas de expressar nossos sentimentos.



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                                                      Três imperativos 

“E  eu  vos  digo  a  vós:  pedi,  e  dar­-se­vos-­á;  buscai,  e  achareis; batei, e abrir­-se-­vos­-á.”  Jesus -( Lucas, 11:9 )-  

Pedi, buscai, batei... Estes três imperativos da recomendação de Jesus não  foram enunciados sem um sentido especial. 

No emaranhado de lutas e débitos da experiência terrestre, é imprescindível que o homem aprenda a pedir caminhos de libertação  da antiga cadeia de convenções sufocantes, preconceitos estéreis, dedicações vazias e hábitos cristalizados. É necessário desejar com força e decisão a saída do escuro cipoal em que a maioria das criaturas perdeu a visão dos interesses eternos. 

Logo após, é imprescindível buscar. A procura constitui­-se de esforço seletivo. 

O campo jaz repleto  de solicitações inferiores, algumas delas recamadas de sugestões brilhantes. É indispensável localizar a ação digna e santificadora. Muitos perseguem miragens perigosas, à maneira das mariposas que se apaixonam pela claridade de um incêndio. Chegam de longe, acercam­-se das chamas e consomem a bênção do corpo. 

É imperativo aprender a buscar o bem legítimo. 

Estabelecido o roteiro edificante, é chegado o momento de bater à porta da edificação; sem o martelo do esforço metódico e sem o buril da boa ­vontade, é muito difícil transformar  os recursos da vida carnal em obras luminosas de arte divina, com vistas à felicidade espiritual e ao amor eterno. 

Não bastará, portanto, rogar sem rumo, procurar sem exame e agir sem objetivo elevado. 

Peçamos ao Senhor nossa libertação da animalidade primitivista, busquemos a espiritualidade sublime e trabalhemos por  nossa localização dentro  dela, a fim de converter-­nos em fiéis instrumentos da Divina Vontade. 

Pedi, buscai, batei!... Esta trilogia de Jesus reveste-­se de especial significação para os aprendizes do Evangelho, em todos os tempos.



Que a graça e a paz sejam conosco!

segunda-feira, 28 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa delas, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês, nunca os deixará, nunca os abandonará. -( Deuteronômio, 31: 6 )-



Amados irmãos, bom dia!

Nosso Criador sempre desejou o melhor para nós, desde que nos criou e nos deu a vida.



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                                                             Oração  

“Perseverai em oração, velando nela com ação de graças.” Paulo -( Colossenses, 4:2 )-  

Muitos crentes estimariam movimentar  a prece, qual se mobiliza uma vassoura ou um martelo. Exigem resultados imediatos, por desconhecerem qualquer  esforço  preparatório. 

Outros perseveram na oração, mantendo­-se, todavia, angustiados e espantadiços. Desgastam-­se e consomem valiosas energias nas aflições injustificáveis. Enxergam somente a maldade e a treva e nunca se dignam examinar  o tenro broto da semente divina ou a possibilidade próxima ou remota do bem. Encarceram-­se no “lado mau” e perdem, por vezes, uma existência inteira, sem qualquer propósito de se transferirem para o ‘‘lado bom’’. 

Que probabilidade de êxito se reservará ao necessitado que formula uma solicitação em gritaria, com evidentes sintomas de desequilíbrio? 

O concessionário  sensato, de início, adiará a solução, aguardando, prudente, que a serenidade volte ao  pedinte. 

A palavra de Paulo é clara, nesse sentido. É indispensável persistir  na oração, velando nesse trabalho  com ação de graças. E forçoso é reconhecer que louvar não é apenas pronunciar votos brilhantes. É também alegrar-­se em pleno combate pela vitória do bem, agradecendo ao Senhor  os motivos de sacrifício e sofrimento, buscando as vantagens que a adversidade e o  trabalho nos trouxeram ao espírito. 

Peçamos a Jesus o dom da paz e da alegria, mas não nos esqueçamos de glorificar­-lhe os sublimes desígnios, toda vez que a sua vontade misericordiosa e justa entra em choque com os nossos propósitos inferiores. E estejamos convencidos de que oração intempestiva, constituída de pensamentos desesperados e descabidas exigências, destina­-se ao chão renovador qual acontece à flor  improdutiva que o  vento leva.



Que a graça e a paz sejam conosco!

domingo, 27 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"Quando a ansiedade já dominava no íntimo, o teu consolo trouxe alívio à minha alma." -( Salmos, 94: 19 )-



Amados irmãos, bom dia!

O Senhor me ensina a cada dia, que não preciso me preocupar com nada. Ele quer, apenas, que eu viva e cuida disso como só ele é capaz. Gratidão eterna ao meu Criador!



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                                                           Piedade  

“Mas é grande ganho a piedade com contentamento.” Paulo -( I Timóteo, 6:6 )-  

Fala-­se muito em piedade na Terra, todavia, quando assinalamos referências a semelhante virtude, dificilmente discernimos entre compaixão e humilhação. 

– Ajudo, mas este homem é um viciado. 

– Atenderei, entretanto, essa mulher é ignorante e má. 

– Penalizo­-me, contudo, esse irmão é ingrato e cruel. 

– Compadeço-­me, todavia, trata-­se de pessoa imprestável. 

Tais afirmativas são reiteradas a cada passo por lábios que se afirmam cristãos. 

Realmente, de maneira geral, só encontramos na Terra essa compaixão de voz macia e mãos espinhosas. 

Deita mel e veneno. Balsamiza feridas e dilacera­-as. Estende os braços e cobra dívidas de reconhecimento. Socorre e espanca. Ampara e desestimula. Oferece boas palavras e lança reptos hostis. Sacia a fome dos viajores da experiência com pães recheados de fel. 

A verdadeira piedade, no entanto, é filha legítima do amor. 

Não perde tempo na identificação do mal. Interessa-­se excessivamente no bem para descurar­-se dele em troca de ninharias e sabe que o minuto é precioso na economia da vida. 

O Evangelho não nos fala dessa piedade mentirosa, cheia de ilusões e exigências. Quem revela energia suficiente para abraçar  a vida cristã, encontra recursos de auxiliar alegremente. Não se prende às teias da crítica destrutiva e sabe semear o bem, fortificar­-lhe os germens, cultivar­-lhe os rebentos e esperar­lhe a frutificação. 

Diz-­nos Paulo que a “piedade com contentamento” é “grande ganho” para a alma e, em verdade, não sabemos de outra que nos possa trazer prosperidade ao  coração



Que a graça e a paz sejam conosco!

sábado, 26 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.! -( Salmos, 30: 5 )-



Amados irmãos, bom dia!

Não há sofrimento que não seja para nosso aprendizado. Não é desejo do nosso Criador que sejamos criaturas sofredoras e que só venhamos a ser felizes depois da morte física. Fomos criados para sermos felizes e devemos encontrar com a felicidade, mesmo nos momentos difíceis, pois, eles estão aí com esse objetivo.



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                                                    Há muita diferença  

“E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro, mas o que  tenho, isso te dou.” -( Atos, 3:6 )-  

É justo recomendar muito cuidado aos que se interessam pelas vantagens da política humana, reportando-­se a Jesus e tentando explicar, pelo Evangelho, certos absurdos em matéria de teorias sociais. 

Quase sempre, a lei humana se dirige ao governado, nesta fórmula: –  “O que tens me pertence.” 

O Cristianismo, porém, pela boca inspirada de Pedro, assevera aos ouvidos do próximo: – “O que tenho, isso te dou.” 

Já meditaste na grandeza do mundo, quando os homens estiverem resolvidos a dar do que possuem para o edifício da evolução universal? Nos serviços da caridade comum, nas instituições de benemerência pública, raramente a criatura cede ao semelhante aquilo que lhe constitui propriedade intrínseca.

Para o serviço real do bem eterno, fiar­-se-­á alguém nas posses perecíveis da Terra, em caráter absoluto? 

O homem generoso distribuirá dinheiro e utilidades com os necessitados do  seu caminho, entretanto, não fixará em si mesmo a luz e a alegria que nascem dessas dádivas, se as não realizou com o sentimento do amor, que, no fundo, é a sua riqueza imperecível e legítima. 

Cada individualidade traz consigo as qualidades nobres que já conquistou e com que pode avançar sempre, no terreno das aquisições espirituais de ordem superior. Não olvides a palavra amorosa de Pedro e dá de ti mesmo, no esforço de salvação, porquanto quem espera pelo ouro ou  pela prata, a fim de contribuir nas boas obras, em verdade ainda se encontra distante da possibilidade de ajudar a si próprio



Que a graça e a paz sejam conosco!

sexta-feira, 25 de março de 2022

O Pão Nosso

 

"Porque para mim tenho por certo que as aflições desse tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada." -( Romanos, 8: 28 )-



Amados irmãos, bom dia!

Isso não quer dizer que não é para sermos felizes agora. Merecemos e devemos ser felizes, todos os dias. O Senhor nos deu a vida para que dela desfrutássemos. Os sofrimentos, quando vierem, são para nos alertar que algo precisa ser mudado e não para esperarmos somente, a felicidade depois que este mundo abandonarmos.



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                                                 Observação primordial  

“E  Jesus  respondeu­-lhe:  O  primeiro  de  todos  os  mandamentos  é:  Ouve,  ó  Israel,  o  Senhor  é  nosso  Deus,  o  Senhor é um só.” -( Marcos, 12:29 )-  

Replicando ao escriba que o interpelou, com relação ao primeiro de todos os mandamentos, Jesus precede o artigo inicial do Decálogo de observação original que merece destacada. 

Antes de todos os programas de Moisés, das revelações dos Profetas e de suas próprias bênçãos redentoras no Evangelho, o  Mestre coloca uma declaração  enérgica de princípios, conclamando  todos os espíritos ao plano da unidade substancial. Alicerçando o serviço salvador que Ele mesmo trazia das esferas mais altas, proclama o Cristo à Humanidade que só existe um Senhor Todo­ Poderoso – o  Pai de Infinita Misericórdia. 

Sabia, de antemão, que muitos homens não aceitariam a verdade, que almas numerosas buscariam escapar às obrigações justas, que surgiriam retardamento, má­  vontade, indiferença e preguiça, em torno da Boa Nova; no entanto, sustentou  a unidade divina, a fim de que todos os aprendizes se convencessem de que lhes seria possível envenenar a liberdade própria, criar deuses fictícios, erguer discórdias, trair  provisoriamente a Lei, estacionar  nos caminhos, ensaiar a guerra e a destruição, contudo, jamais poderiam enganar o plano das verdades eternas, ao qual todos se ajustarão, um dia, na perfeita compreensão de que “o Senhor é nosso Deus, o Senhor  é um só”



Que a graça e a paz sejam conosco!